Prêmio ARede recebe mais de 160 inscrições
Além de disputar nas categorias Terceiro Setor, Empresa e Setor Público, 40 projetos concorrem na categoria especial Educação
A primeira edição do Prêmio ARede, promovido pela Momento
Editorial, recebeu 163 inscrições de 123 projetos, já que, além da área
específica de origem — Terceiro Setor, Empresa e Setor Público —, um
mesmo trabalho pode concorrer também na categoria especial Educação. A
cerimônia de premiação será realizada no final de outubro, em São
Paulo, e os resultados, publicados no site d’ ARede e numa edição especial da revista. Conforme o regulamento, cada instituição poderia inscrever até três projetos. O maior número de trabalhos, 53 no total, veio do Terceiro Setor. São projetos desenvolvidos por organizações da sociedade civil e por fundações e institutos empresariais, tanto públicos quanto privados. Outros 44 projetos vieram do setor público. Na categoria Empresa, a iniciativa privada concorre com 11 projetos e as empresas públicas com sete, num total de 18 trabalhos. Na categoria Educação, concorrem 48 projetos, alguns inscritos apenas nessa categoria e outros que disputam também em uma das outras três modalidades.
A comissão julgadora, composta por 20 nomes de profissionais com reconhecida experiência no mercado e nas áreas contempladas pelo prêmio, vai escolher oito projetos a serem premiados, de acordo com a maior pontuação obtida em cada categoria.

Os projetos selecionados pelos comitês de avaliação vão receber certificado de reconhecimento, troféu e divulgação em edição especial da revista ARede (tiragem de 15 mil exemplares, e versão eletrônica na internet). A revista também vai convidar os vencedores para participar do Campus Party Brasil, que será realizado, em São Paulo, de 11 a 17 de fevereiro de 2008. A entidade e/ou empresa premiada poderá indicar dois nomes para o evento, com inscrição e passagens pagas pela Momento Editorial.
Os principais critérios de julgamento são inovação, conexão à internet, padrões de acessibilidade, metodologia para documentação, registro, medição de resultados e acompanhamento; uso de tecnologias abertas; interatividade e desenvolvimento cooperado, mecanismos de representação comunitária. Na categoria Educação, os projetos serão avaliados, também, pela sua capacidade de replicação. A comissão julgadora ainda vai eleger um profissional com atuação de destaque no uso de TICs para a inclusão social como Personalidade do Ano. A relação dos trabalhos inscritos e o perfil dos integrantes da comissão julgadora estão disponíveis no site da revista ARede.








