Dia da Internet Segura - 2012
  • Home
  • Quem Somos
  • Fala Leitor
  • Para Receber a Revista
  • Anuncie
  • Cadastre-se
  • Busca

ARede


  • Notícias do dia
  • Agenda
  • Revista ARede
  • Fotografite
  • É Nóis
  • RSS

Rádio Comunitária - Uma usina comunitária em São Gonçalo


A Comunidade Novo Ar, na região metropolitana do Rio de Janeiro, pretende colocar o poder de comunicação – rádio e telecentros -- a serviço da mobilização comunitária e da geração de renda.
Verônica Couto

Rádio, telecentro, oficinas, cooperativa de artesanato, cursos, pré-vestibular comunitário, serviços de saúde, biblioteca. Tudo isso acontece na Comunidade Novo Ar (Comnar), localizada num conjunto de salas cedido pela Igreja São Pedro de Alcântara, no bairro de Alcântara, centro nervoso da cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. O município tem a terceira maior população do estado do Rio, ou 948,2 mil habitantes, de acordo com dados de 2004 do IBGE; e está a apenas 20 quilômetros do Rio de Janeiro, no lado oriental da Baía de Guanabara. O produto interno bruto per capita, ou seja, aquilo que é gerado pela economia do lugar por pessoa, contudo, dista léguas de uma cidade para outra: R$ 10.537,00 na capital, em comparação a R$ 5.014,00 na vizinha, a valores de 2002.

Outras características gonçalenses são a população formada por muitos imigrantes nordestinos, a presença de diversas fábricas de tecidos, principalmente jeans, e os índices elevados de violência contra a mulher – embora, em 2000, elas chefiassem 29,1% dos domicílios. São as mulheres que lideram a Novo Ar. “Antes, eu era dona-de-casa, hoje não arrumo nem minha cama, porque não dá mais tempo”, conta Márcia Rodrigues, de 48 anos. Ela é radialista há cinco anos e coordenadora do pré-vestibular comunitário (oferecido a R$ 15,00 por mês). Pilota um dos programas de maior audiência da rádio Novo Ar , o “Mulher em Ação”, ponta-de-lança na conquista da representatividade do projeto junto à audiência local.

Atualmente, a Comnar tem cerca de 1,2 mil associados, que pagam 1% de um salário mínimo por mês, em troca da participação em cursos e em outras atividades de interesse da comunidade. Esses parceiros também podem divulgar seus produtos e serviços na rádio Novo Ar, a principal força articuladora do movimento, na avaliação de Graça Rocha, coordenadora da entidade, que está se tornando um Centro de Referência da Mulher, com apoio do Fundo Ângela Borba.

A Comnar tem dois espaços equipados com computadores e conexão à internet. A biblioteca (com 4 mil livros), para acesso gratuito por alunos da rede pública; e uma Estação Digital, com 14 computadores (13 deles doados, em novembro de 2003, pela Fundação Banco do Brasil, que também pagou dois monitores – R$ 300,00 cada – e um coordenador – R$ 450,00 -, durante seis meses), onde a navegação custa R$ 1,00 a hora. O custo geral da entidade é da ordem de R$ 80 mil por ano.“Esse total dá, sem folga, para os gastos ordinários. Se houver um equipamento quebrado, já dá prejuízo; mas estamos perto da sustentabilidade”, calcula Graça.


Márcia (ao centro) apresenta o
"Mulher em Ação".
A Estação Digital abre das 8h às 20h. Nas terças, quintas e sextas-feiras, fica dedicada ao acesso à internet, por R$ 1,00 a hora. Nas segundas, quartas e sábados, é usada para cursos de informática, com sistemas da Microsoft. Três micros, no entanto, já trabalham com Open Office, e é neles que os monitores procuram se familiarizar com a plataforma aberta. Mas essa migração não está fácil. Segundo Graça, não há pessoal disponível para cursos nem suporte. Embora os monitores tenham feito a capacitação da ONG Cemina, com a equipe do sampa.org, e também em Brasília, por meio da Fundação Banco do Brasil, ela gostaria de um apoio de longo prazo na operação dos sistemas.

Em 2004, a Comnar recebeu a antena do Gesac, que conectou primeiro a Estação e, agora, serve à navegação gratuita na biblioteca, onde estão mais cinco computadores. E a Estação passou a usar o Velox (cerca de R$ 200,00 mensais), da Telemar. É freqüentada por donas de casa, estudantes, idosos. E oferece, ainda, oficinas de manutenção de hardware e de serviços de eletricidade.

Desde o final do ano passado, com R$ 5 mil do Fundo Ângela Borba, a Novo Ar promove feiras semanais para apresentar os trabalhos de 80 artesãs da comunidade, com mais de 300 itens cadastrados. As feiras também acontecem uma vez por mês nos campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O próximo passo prevê a criação de um site para vender os produtos online e para interagir com as confecções da região, ampliando a coleta de refugos de pedaços de malha e tecidos recicláveis.“Com as chamadas pela rádio, já recebemos doações de tecidos, folhas de bananeira e outros materiais aproveitados nos artesanatos”, explica Graça.

Fuxico, ponto atrás, vagonite.


Curso de Informática
na Estação Digital.
Uma especialista em bolsas feitas de restos de calças jeans é Vânia Filomena da Silva Durão, 65 anos. Ela trabalha com artesanato desde os 16 anos, quando vivia no Recife (PE). “Há 30 anos, separei do pai do meu filho e vim embora. Fui balconista de confecção, na rua do Ouvidor (no centro do Rio), trabalhei em casa de família, tudo muito difícil”, conta. Há três anos, ela se mudou para São Gonçalo, conheceu a Novo Ar e retomou o ofício que lhe dá prazer. “Faço bolsa de jeans, centro de mesa, jogo de prato, cortina de banheiro. Faço ponto de bordado, vagonite, crochê, ponto atrás, ponto de corrente, fuxico, tudo”, garante. Dona Vânia casou de novo. O marido ganha cerca de R$ 500,00 por mês, como pintor de parede. Ela, com os artesanatos, tira mais R$ 300,00.

Em 20 de maio, a rádio Novo Ar foi lacrada pela Anatel. E reaberta no mesmo dia pela comunidade. Em setembro, um dos transmissores queimou. Por isso, a entidade está recolhendo fundos para substituí-lo: dos R$ 1,9 mil necessários, R$ 500,00 já foram arrecadados. Enquanto não atingem a meta, a rádio vai ao ar graças ao equipamento emprestado por outra emissora. A rádio tem utilidade pública no município, moção da Assembléia Legislativa e da Câmara Municipal, prêmio do Unicef e do Banco Mundial. E o pedido de outorga está desde 1998 no Ministério das Comunicações.

www.comnar.com.br

Comentários  

 
0 #7 procura pai de meu marido — marrie campos 01-01-2012 16:45
ola querido meu nome`è edson wander da silva lima moro em sorocaba e estou a procura do meu pai Jose heliodorio da silva morador na cidade de Sao gonsalo rj tenho 32 anos e nao o conheço por favor ajude encotralo.querotanto conhecer meu pai pois ele ja deve ser de idade eu foi embora dai quando eu era pequeno minha maê se chama glcelina aguardo resposta ; contados 015.32222358;o1598117044;marrie] meu cel 01597975269. abraços
Citar
 
 
0 #6 procura pai de meu marido — marrie campos 01-01-2012 16:35
ola estou a procura deJose heliodorio barbosa da silva ele mora na cidade de Sao gonsalo rj meu nome e ;edson wander da siva lima e moro na cidade de sorocaba minha mae se chama glicelina gstaria muito de conhecer meu pai pois estou com 32 anos e ele deve estar de idade por favor me ajude encontrar serei agradecido fiquei feliz ao encontra essa radio na net e um caminho para encontrar o meu pai agradeço de coraçao; contatos 015 32222358;marrie;meu cel ;marrie.015.98117044 aguardo resposta abraços
Citar
 
 
0 #5 encontrar pessoas — guilherme rodrigues 13-05-2011 16:58
olá tudo bem me chamo guilherme, gostaria de encontrar uns amigo que eu acho que eles ainda mora no bairro de tiradentes na rua justino marques,( eles ) se chamam THAIS, ROBERTA, JORGE ROBERTO,conheci do como(TOZINHO),D ONA SUELI E SEU EDNALDO QUE SÃO OS PAIS DESSAS TRES PESSOAS, E TAMBEM TEM O ANDRE LUIZ VIANNA que na epoca era casado com a THAIS, meu email e esse guilherme.pa23@hotmail.com...
Citar
 
 
0 #4 RE: Rádio Comunitária - Uma usina comunitária em São Gonçalo — Jose Ricardo 23-03-2011 14:56
Prezados,
> Gostaria de pedir uma matéria sobre a Rua Cavaru no Porto da Pedra em São Gonçalo, Por inúmeras vezes fui ao departamento de obras solicitar ao menos a limpeza do valão que corre a céu aberto com isentos ratos e até cobras na rua cavaru próximo ao nº 2824 que e uma rua não era para existir aquele lixo todo. Por lá existe também uma pequena area de reserva ambiental um manguezal que esta recebendo todo o esgoto das ruas cavaru, Paracatu, av. porto da pedra e etc.
>
> Por favor, ajude uma população esquecida.
>
> Atte.;
>
> José Ricardo
>
> Tel 21 85461444
Citar
 
 
0 #3 procuro ajuda — luciana rosa hohenfe 03-01-2011 23:22
ola, como voces vitra eu procuro ajuda. E achei a radio comunitaria de voces um modo de me ajudar.Ja fazem uns 23 anos que morei ai , hoje resido em Salvador capital.Vim para ca muito pequena, e sem puder ser dona de minhas decisoes, nao pude corer atras de meus objetivos.Meu sonho é rever a rua e a casa onde eu morava, mais nao sei como fazer isso, pois nao lembro do endereço.Lembro que eu morei no bairro do coelho e que brinquei muito na rua das laranjeiras e narua da amendueira.hoje tenho 35 anos e estou me preparando para voltar com a cara e a corajem. sei que voces nada tem haver com isso, mais nao sei o que fazer.Minha mae casou-se ai no Rio, pensei que se tivessem contato com alguem de cartorio pelo nome dela podesse encontrar nos arquivos o endereço que ela deu na época, seria um trabalho de detetive.Pretendo ir procurar , mais nao poderei passar mais de 3 dias, pois as condições financeiras nao me permitem.Minha mae hoje é doente mental(esquizof renica)desde os meus 6 anos,eu tambem tenho uma irma na mesma situação.O nome de minha mãe é: josinalva donascimento rosa( nalvinha),nao tenho muita coisa dela pois ela mora em um interior aqui de Salvador e eu moro na capital,pois fui adotada aos 12 anos.Ela se casou com : Antonio Ramos de Souza(milton meu padrasto),ele era motorista de uma serraria que ficava ao lado de nossa casa no coelho.Meu nome de solteira é: luciana do Nascimento rosa, ja fui internada no hospital Menino de Deus, isso também podera ajudar a achar meu antigo endereço,tambem nos anos 82 ou 84 fique no juizado de menores por uns dias por ter fugido de casa, conseguido atravessar a barca e chegar na praça quinta da boa vista, pois minha madrinha morava em Rocha miranda.Minha mae na praça era baiana de acaraje e todos a conheciam como baiana ou nalva / nalvinha.Bom espero contato e tudo o que digo é de verdade, obrigada! telefone: 71-88490149 é o numero que tenho.
Citar
 
 
0 #2 RE: Rádio Comunitária - Uma usina comunitária em São Gonçalo — Mary correa de andra 12-11-2010 23:27
Moro em rondonia, estou procurando a minha tia Venina filha de maximinio correa barcelo e maria rodrigues da vitoria, que souber noticias favor entrar en contato 69 8464-1201, tem 40 anos que minha mae Gentilha correia de andrade, nao tem noticias, a ultima vez ela estava morando em sao gonçalo - rj. muito obrigado.
Citar
 
 
0 #1 henrique de guapimirim — henriquedocarmogomes 12-11-2010 11:01
sr. Rubenir sinto hoje muita falta de ouvir no radio sua programaçaô que eu quando èra criança fazia de tudo para ñ perder aprogramaçaô da verdadeira radio comunitaria fm novo ar 105,9 ,estou tambem esperando oretorno da potemte fm novo ar lixo ñ.


REPOSTA:

Atenção, o portal da revista ARede não possui nenhuma relação com a Comnar. Por isso, os comentários que tiverem por finalidade a troca de informações com a comunidade não terão êxito, pois a página não é um canal direto de comunicação com a comunidade citada.
Citar
 
Atualizar lista de comentários
Assine o RSS dos comentários

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

Enviar
Cancelar
JComments

Adicionar Site aos FavoritosAdicionar Página aos FavoritosTornar Esta Sua Página PrincipalImprimir Esta PáginaSalvar como PDF
Pressione (Ctrl+D) para adicionar a página! Você precisa fazer isto manualmente! Preencha o forumlário abaixo
Close