Dia da Internet Segura - 2012
  • Home
  • Quem Somos
  • Fala Leitor
  • Para Receber a Revista
  • Anuncie
  • Cadastre-se
  • Busca

ARede


  • Notícias do dia
  • Agenda
  • Revista ARede
  • Fotografite
  • É Nóis
  • RSS

Editorial



O país vai ganhar um mapa da inclusão


Com o lançamento do Observatório Nacional de Inclusão Digital - ONID pelo governo federal, o país vai conseguir saber quantos telecentros existem, a quantos usuários atendem, a que instituições são vinculados, como são mantidos e quais seus vínculos com a comunidade. Informações que vão compor o verdadeiro mapa da inclusão digital no país. Esse levantamento, uma iniciativa da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, que está sendo conduzida em parceria com o Banco do Brasil, é fundamental não só para se saber o que acontece no país na área de inclusão digital, como para fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas nessa área.

Por isso, é muito importante que os responsáveis pelos projetos de inclusão digital, desde os de menor porte até as redes mais capilarizadas, participem do levantamento, preenchendo o cadastro do ONID. Para facilitar o seu preenchimento, esta edição d’ARede traz encartado, nos exemplares destinados a telecentros e demais projetos de inclusão digital, o questionário oficial do ONID. Os gestores e coordenadores de projetos devem enviar um pré-cadastro à coordenação do Observatório, pelo endereço onid@planejamento.gov.br, após o que receberão uma senha de acesso ao Sistema de Cadastro. Com ela, poderão preencher, via internet, os dados de cada unidade de telecentro sob sua responsabilidade. Ou podem remeter o questionário preenchido para o endereço da Momento Editorial (rua da Consolação, 222/cj.2110 São Paulo – SP CEP 01302-000).

Máquinas recondicionadas: micros a baixo custo.

A reportagem de capa desta edição trata de um tema estratégico para os movimentos de inclusão digital: o recondicionamento de micros usados, que são descartados por grandes usuários corporativos, como empresas públicas e privadas e órgãos de governo. Embora boa parte dessas empresas tenha, como rotina, doar seus equipamentos considerados obsoletos, as doações não são feitas, regra geral, de forma organizada – nem todos os projetos são contemplados, nem sempre os contemplados são os que mais precisam das máquinas. A exceção fica por conta de algumas poucas iniciativas, como a Campanha Mega- Ajuda do CDI-Comitê para a Democratização da Informática e as desenvolvidas pelo movimento MetaReciclagem. Agora, o governo federal decidiu lançar um programa coordenado para a montagem dos Centros de Recondicionamento e Reciclagem de Computadores – dois, um em Brasília e outro no Rio de Janeiro, já estão em fase de montagem.

Esses centros, que poderão receber máquinas descartadas também da iniciativa privada, vão abastecer os projetos de inclusão digital públicos e do terceiro setor. Além do custo barato – menos de R$ 150,00 por máquina recondicionada –, o projeto contempla também a formação de mão-de-obra que depois irá se integrar ao mercado de trabalho.

Lia Ribeiro Dias

Diretora Editoral

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

Enviar
Cancelar
JComments

Adicionar Site aos FavoritosAdicionar Página aos FavoritosTornar Esta Sua Página PrincipalImprimir Esta PáginaSalvar como PDF
Pressione (Ctrl+D) para adicionar a página! Você precisa fazer isto manualmente! Preencha o forumlário abaixo
Close